pensando e lendo oxalá eu desemburreça >>>> aviso aos navegantes: este blog é de uma encarnação passada. muito muito mudou na minha vida, muito desemburreci. continuo meu amor carnal por letras minúsculas. ( abril, 2015)
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Leia a Lola, leia
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ps: adios, floripa, hola Buenos Aires!!! (back soon)
domingo, 11 de outubro de 2009
deixe de desculpas, seja mais feliz
As pessoas inventam mil desculpas para não adotar um bichinho. ‘Não é da raça que eu quero’, ‘não sei a procedência, pode ter alguma doença’, ‘já vem adulto, não dá pra criar do jeito que eu quero’, ‘vai fazer muita bagunça’, e tantas outras mentiras vazias que só servem para apaziguar a consciência de quem no fundo, no fundo, sabe que vai deixar de fazer uma coisa muito boa por puro capricho.
‘Não é da raça que eu quero’ é uma das minhas despreferidas. Como assim? Você deve achar bonito aquele pessoal que encomenda bebê ao geneticista, pra ter olho assim, cabelo assado, pra ser a cara de não sei quem. Junto com ‘não sei a procedência, pode ter alguma doença’ então, é risível! O seu filho biológico, que você sabe a procedência, não pode ter doenças? Se fosse assim criança nenhuma adoeceria, não existiria hospital infantil. E o gato persa com pedigree, da minha amiga, que morreu aos 8 meses de ataque cardíaco? Ele era tão puro, tão puro, com a procedência tão nobre, que o coração era cheio de defeitos genéticos. E o York de outra amiga, também puro, que já ‘veio de fábrica’ com demodécia?
O que eu mais adoro desmistificar é ‘já vem adulto, não posso criar do jeito que eu quero’. Eu adotei um gato macho adulto de rua, e ele é um lord. Já chegou aqui em casa e foi direto pra caixinha. Obedece aos comandos de ‘não’, não sobe onde não deve, fica quietinho pra tomar banho, é meeeeeeeega carinhoso, super caprichoso. Enfim, eu o chamo de ‘gato perfeição’. E já veio pronto. Adotei outra gatinha quando era bem miúda, desmamada antes do tempo. Desde pequena a gente tentou de tudo para educar, borrifava aguinha nela quando subia onde não devia, soprava na carinha quando tentava roubar nossa comida, tinha comandos específicos e consistentes. Ela é intreinável, não tem medo de nada, mastiga tudo que vê, adora ficar de castigo (ninguém merece!). Quem acaba dando banho nela é o outro gato, o que já veio adulto. Mas também é meeeeeeeega carinhosa, o que compensa todos os outros defeitos.
E a bagunça? Bem, se você não quer bagunça não tenha animais, e não tenha filhos. Melhor, more num hotel com camareira, e perca a melhor coisa do dia: chegar em casa e ser recepcionado por aqueles seres(inhos) de alma totalmente pura, que passaram o dia todo lhe esperando pra subir no seu colo, lamber seu rosto e lhe dar o amor mais incondicional que você já teve.
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terça-feira, 15 de setembro de 2009
os gatos me perseguem
Tenho 2 gatos, uma branca e um preto. Todos virinhas que vieram até a gente. Nunca procurei um gato.Hj dei uma passada rápida em casa na hora do almoço. Estava lá bem sossegada no banheiro, na posição de rainha, qd abaixo a cabeça e vejo atrás do vaso sanitário um gato laranja e branco, me fitando bem quietinho.
Bizarro, pois moro no primeiro andar de um prédio, não esperava uma invasão assim. Claro q adorei. O love foi procurar o dono e eu fiquei lá acariciando o bichano fofo, coloquei comidinha e caixinha de areia. Logo a dona apareceu e levou o Zaio (nome estranho). Aproveitei pra dar uma dica básica: redinha nas janelas. Na minha casa só não tem no banheiro, (o formato da janela não permite) q fica fechado pros bichinhos não fugirem. Pela única janela sem proteção o fofinho entrou. Na casa do Zaio não há proteção alguma, já avisei a dona q assim ele vai escapar de novo...
Pergunta: Será q os gatos sabem q na minha casa eles são bem vindos? Será q a gente tem cheiro de cat-lover?
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ps: o gato da foto é meramente ilustrativo.
domingo, 13 de setembro de 2009
ando meio desligado

Perdão queridos leitores, minha vida anda chata, e tô sem ânimo pra ficar em frente ao PC.
Pra não dizer q não falei de flores (dã), ando lendo horrores. Literalmente. Pelo menos um livro por semana. E tô na fase histórias de vampiro.
Amo vampiros, sempre amei. Já li uns 6 da série Sookie Stackhouse (True Blood), o Twilight (muito bom, me surpreendeu como o filme pôde ter ficado tão tão fraco). Tô lendo um de contos sobre vampiros e aniversários (óh contradição) e ganhei mais o The Strain (Noturno). Tô devorando tudo.

Os intelectualóides de plantão q me aturem, mas toda essa leitura comercial me agrada muito.
Trocando de assunto, foi meu aniversário e eu não fiz absolutamente nada sobre isso. Shame on me. Tô devendo uma festinha pra galera.
Eu não sei o q eu tenho, mas tô sem ânimo pras coisas...
Eu preciso mesmo é de férias.
PS: quem tiver o New Moon pra me emprestar se acuse!
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sexta-feira, 31 de julho de 2009
e não foram felizes para sempre


Gostei, no entanto, das Princesas Caídas (Fallen Princesses), da artista Dina Goldstein. Veja o que pode acontecer com meninas que acreditam em contos de fadas:
Enjoy...


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sábado, 11 de julho de 2009
dia da pizza
quarta-feira, 1 de julho de 2009
MJ
by Klint Finley
When we look at Michael Jackson, I believe we’re looking at the future of our species. Michael is a creature from a future in which we’ve all become more feminine, more consumerist, more postmodern, more artificial, more self-constructed and self-mediating, more playful, caring and talented than we are today. But it’s hard to use those adjectives, because they’re Either-Or adjectives and he’s from the world of Yet-Also, a world I believe we will all come to live in if we’re lucky, a world where there is no more authenticity-by-default-through-brute-necessity and no more “human nature”. A world of pure synthesis, pure self-creation.
Jackson is what all humans will become if we develop further in the direction of postmodernism and self-mediation. He is what we’ll become if we get both more Wildean and more Nietzschean. He’s what we’ll become only if we’re lucky and avoid a new brutality based on overpopulation and competition for dwindling resources. By attacking Jackson and what he stands for — the effete, the artificial, the ambiguous — we make a certain kind of relatively benign future mapped out for ourselves into a Neverland, something forbidden, discredited, derided. When we should be deriding what passes for our normalcy — war, waste, and the things we do en masse are the things that threaten us — we end up deriding dandyism and deviance. And Jackson is the ultimate dandy and the ultimate deviant. He can fly across our Either-Or binaries, and never land. It’s debateable whether he’s the king of pop, but he’s undoubtedly the king of Yet-Also.
Consider all the extraordinary ways in which Michael Jackson is Yet-Also. He’s black yet also white. He’s adult yet also a child. He’s male yet also female. He’s gay yet also straight. He has children, yet he’s also never fucked their mothers. He’s wearing a mask, yet he’s also showing his real self. He’s walking yet also sliding. He’s guilty yet also innocent. He’s American yet also global. He’s sexual yet also sexless. He’s immensely rich yet also bankrupt. He’s Judy Garland yet also Andy Warhol. He’s real yet also synthetic. He’s crazy yet also sane, human yet also robot, from the present yet also from the future. He declares his songs heavensent, and yet he also constructs them himself. He’s the luckiest man in the world yet the unluckiest. His work is play. He’s bad, yet also good. He’s blessed yet also cursed. He’s alive, but only in theory".
source: renegade futurist
