Achei esse fofinho aí no meio da estrada, antes q ele virasse lombada catei!
A partir de hj a noite estará hospedado na casa de um amigo, mas é só por uma semana. Tenho este tempo pra lhe arranjar um lar de verdade.
Please, help me!!!
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pensando e lendo oxalá eu desemburreça >>>> aviso aos navegantes: este blog é de uma encarnação passada. muito muito mudou na minha vida, muito desemburreci. continuo meu amor carnal por letras minúsculas. ( abril, 2015)
As pessoas inventam mil desculpas para não adotar um bichinho. ‘Não é da raça que eu quero’, ‘não sei a procedência, pode ter alguma doença’, ‘já vem adulto, não dá pra criar do jeito que eu quero’, ‘vai fazer muita bagunça’, e tantas outras mentiras vazias que só servem para apaziguar a consciência de quem no fundo, no fundo, sabe que vai deixar de fazer uma coisa muito boa por puro capricho.
‘Não é da raça que eu quero’ é uma das minhas despreferidas. Como assim? Você deve achar bonito aquele pessoal que encomenda bebê ao geneticista, pra ter olho assim, cabelo assado, pra ser a cara de não sei quem. Junto com ‘não sei a procedência, pode ter alguma doença’ então, é risível! O seu filho biológico, que você sabe a procedência, não pode ter doenças? Se fosse assim criança nenhuma adoeceria, não existiria hospital infantil. E o gato persa com pedigree, da minha amiga, que morreu aos 8 meses de ataque cardíaco? Ele era tão puro, tão puro, com a procedência tão nobre, que o coração era cheio de defeitos genéticos. E o York de outra amiga, também puro, que já ‘veio de fábrica’ com demodécia?
O que eu mais adoro desmistificar é ‘já vem adulto, não posso criar do jeito que eu quero’. Eu adotei um gato macho adulto de rua, e ele é um lord. Já chegou aqui em casa e foi direto pra caixinha. Obedece aos comandos de ‘não’, não sobe onde não deve, fica quietinho pra tomar banho, é meeeeeeeega carinhoso, super caprichoso. Enfim, eu o chamo de ‘gato perfeição’. E já veio pronto. Adotei outra gatinha quando era bem miúda, desmamada antes do tempo. Desde pequena a gente tentou de tudo para educar, borrifava aguinha nela quando subia onde não devia, soprava na carinha quando tentava roubar nossa comida, tinha comandos específicos e consistentes. Ela é intreinável, não tem medo de nada, mastiga tudo que vê, adora ficar de castigo (ninguém merece!). Quem acaba dando banho nela é o outro gato, o que já veio adulto. Mas também é meeeeeeeega carinhosa, o que compensa todos os outros defeitos.
E a bagunça? Bem, se você não quer bagunça não tenha animais, e não tenha filhos. Melhor, more num hotel com camareira, e perca a melhor coisa do dia: chegar em casa e ser recepcionado por aqueles seres(inhos) de alma totalmente pura, que passaram o dia todo lhe esperando pra subir no seu colo, lamber seu rosto e lhe dar o amor mais incondicional que você já teve.
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desesperado após horas (ou dias) de tortura, o animal corre mar adentro, deve mesmo ser bem melhor morrer afogado.
One of the most savage rituals of cruelty toward animals is Brazil’s Farra do Boi. Farra do boi, loosely translated as “ Festival of the Oxen” or “Ox Fun Days”, involves the torture- killing of several hundred oxen each year in more than thirty communities throughout the Brazilian state of Santa Catarina. In other states of Brazil, the spectacle is denounced and has stirred violent protests.
Until recently, Farra do Boi occurred primarily during Easter week and on New Year’s Day in remote coastal villages.Today some communities hold weekly Farras to “celebrate” weddings, birthdays, soccer games and other special occasions. Prominent businessmen, citizens, cattle breeders, restaurateurs, and politicians often donate the oxen.
Before the event, the ox is confined and starved for several days. To increase the ox frenzy, food and water are placed within sight, but out of reach.The Farra begins when the ox is driven from its pen and chased through the streets by crowds of villagers with sticks, knives, whips, stones, bamboo lances, and ropes.The attackers – men, women, and children – pursue the ox as it attempts to flee, even into the ocean.
After Days of Torture, the Relief of Death
Um dos rituais mais selvagens envolvendo crueldade contra animais é a Farra do Boi. Todos os anos centenas de bois são torturados e mortos em mais de trinta comunidades de Santa Catarina. Em outros estados, a prática é duramente criticada.
A Farra do Boi ocorre com mais freqüência na época da Páscoa, culminando na Sexta-feira Santa. Mas algumas comunidades celebram casamentos, aniversários, jogos de futebol e outras ocasiões especiais. Proeminentes empresários, criadores de gado, cidadãos, donos de restaurantes, donos de hotéis e políticos, são os que doam os bois para a "festa".
Antes do evento o boi é confinado sem alimento disponível por vários dias. Para aumentar o desespero do animal, comida e água são colocados num local onde o boi possa ver, mas não possa alcançar. A Farra começa quando o boi é solto e perseguido pelos "farristas", que carregam pedaços de pau, facas,lanças de bambú, cordas, chicotes e pedras - homens, mulheres e crianças - e perseguem o boi que, no desespero de fugir, corre em direção ao mar e acaba se afogando.
Depois de Dias, o Alívio da Morte
Alguns dizem que é um ritual simbólico, uma encenação da Paixão de Cristo, onde o boi representaria Judas; outros acreditam que o animal representa Satanás e torturando o Diabo, as pessoas estariam se livrando dos pecados. Mas hoje em dia a Farra do Boi não tem nenhuma conotação religiosa. Para as pessoas que moram na área litorânea, onde a barbárie acontece, a Farra do Boi é apenas uma oportunidade pra se fazer uma festa e de se ganhar algum dinheiro extra, pois alguns moradores aproveitam para vender bebidas e petiscos para os participantes."
Para mim, não importa a razão ou a origem, tortura e morte não é tema de festa.
Touradas, circuncisão feminina, apedrejamento de mulheres violentadas...tudo isso também é cultura popular...vamos preservá-la?








