quarta-feira, 25 de junho de 2008

circo legal não tem animal!


Assine uma petição para banir a exploração de animais em circos.

Ia colocar uma lista aqui com os mau-tratos sofridos em circo, dados que coletei em sites de organizações não-governamentais. Depois de quase vomitar de aflição, resolvi poupá-los. Quem quiser saber melhor é só procurar pela rede. São muitos maltratos, de fome à tortura. Uma barbárie total, coisa de idade média, crueldade das crueldades...

E ainda sussurro: axé, baraka, namaste, shalom...



sábado, 21 de junho de 2008

great website



Este website já me fez um pouquinho menos burra, recomendo.

[aliás, por algum motivo meus posts cabeça recebem pouquíssimos comentários, pq será?]


.

sábado, 14 de junho de 2008

segurança my ass




a moda agora na terra do Tio Sam é querer scanear passageiros de corpo todo, em 3D, num "raio-x" que mostra a pessoa como se estivesse nua.

a senhora fez mastectomia? o senhor usa uma prótese peniana? A senhora usa bolsa de colostomia? pois o segurança do aeroporto vê tudo. tomara que ele seja uma pessoa discreta e educada. tomara que as imagens scaneadas sejam logo deletadas dos computadores. tomara que a(o) sua (seu) esposa(o), que é senior citizen, não fique magoada(o) ou cheia(o) de vergonha.

muitos amigos pensam q se é para a segurança tá valendo. segurança? vc acha realmente q alguém entraria no scanner com uma arma, como a primeira imagem mostra? - pra isso já resolvem os detectores de metais.

é mais uma desculpa para invadir a privacidade de todo mundo, pra cercear a liberdade individual. é só um passo num projeto muito maior.

em breve virão os chips. aliás já li q já tem alguns em testes, com pessoas q se voluntariaram para serem chipadas, pois andam muito preocupadas com a segurança.

eu tô preocupada com a liberdade [ no meu ver a maior vantagem do capitalismo sobre o comunismo/socialismo. até hj ou se teve igualdade (comunismo/socialismo), ou se teve liberdade (capitalismo). os dois juntos nunca. nenhum é perfeito, todos tem seus prós e contras, mas se no capitalismo não se tiver liberdade, se terá o q?]. eu quero ter direito de usar ou não calcinha e ninguém saber. de ir e vir sem ser rastreada por chip. do meu empregador não saber se meus genes estão predispostos ou não ao câncer (sim, várias empresas exigem exame de sangue para mapear suas possibilidades de ficar doente e dar prejuízo). enfim, de ser uma pessoa com direito à privacidade.

muitos devem estar pensando q eu pirei, q sou paranóica, q tudo é a teoria da conspiração. aguardem e, infelizmente, verão. gostaria mesmo de ser loucura da minha cabeça, mas as filmadoras em tudo q é canto, os scanners de prédios públicos, as campanhas "anti-terrorismo", as revistas humilhantes nos aeroportos, tudo isso me mostra q devo mesmo me preocupar.

enquanto isso na sala de justiça, os verdadeiros criminosos sempre dão um jeito, até pq muitos deles são exatamente os donos dos scanneres e chips.

isso não é segurança, é uma coleira que se aperta aos poucos.

tudo no mundo é muito bem arquitetado para dividir e conquistar. mas se vai aos poucos pq o povo não é (muito) burro.

[um dia falo desta campanha de denegrir a imagem do povo árabe, bem semelhante a uma q aconteceu no século passado para denegrir um outro povo q foi quase dizimado ( 6 milhões só) com aval de grande parte de uma população amedrontada e enganada.]

antes paranóica do q ingênua.

shalom
salaam




quinta-feira, 12 de junho de 2008

pãpãrãpãa pã pã pãã pãpãrãpãa pã pã pã pã pã


ele usa chapéu
ele mata no chicote
ele é PhD
ele é arqueólogo
ele fala e lê muitas línguas
ele viaja pelo mundo
ele recupera a direção de veículos em movimento
ele kick ass depois dos 60
ele é filho do Sean Connery
(só essa última razão já era suficiente para amar)

call me a nerd, but I just love Indy

.

sábado, 7 de junho de 2008

a única crítica q importa



chorei ao ver o Meirelles ganhar o dia
e ao ver a cara do meu escritor preferido chorando

(não sei quem fez o vídeo, mas pra quem não entendeu é o Saramago imediatamente após assistir Blindness)




.

domingo, 1 de junho de 2008

so beautiful





.

sexta-feira, 23 de maio de 2008

a mulher e o sexo


o mundo melhor, segundo a revista Ché


tenho uns poucos assuntos bem resolvidos na minha cabeça, e muitos outros totalmente confusos. como detesto convicções imobilizadas em carbonite (poor Han Solo), prefiro pensar bastante, polir as três dimensões de cada moeda e falar muitos muitos 'por outro lado'.

estava lendo o blog dofialho e me recordei de um desses assuntos revirados na minha mente, perguntas sem resposta e por aí vai.

sexo pra mim não é tabu, não é pecado, não é problema. já fui bem mais carola e acreditava apenas em 'fazer amor' (ui, q piegas). hj sou open-minded, ou pelo menos gosto de pensar q sou. sexo é lugar-comum, mas q as pessoas gostam d colocar num lugar especial, cheio de ressalvas e místicas. cada um faz o q quer, quando, como e com quem (ou quens) quer e who cares?

antigamente pensava-se q a terra era quadrada. logo diremos: antigamente pensava-se q sexo
( como, com quem, quando e quanto) era grandes coisas (big deal).

ok, tendo dito isso passo ao real assunto dessa divagação semi-inútil:

a mulher e o sexo

creio q numa sociedade sã uma mulher poderia andar na rua nua, e mesmo assim ninguém diria nem faria nada para colocar seu bem-estar a perigo, nem qq outro tipo de atentado a sua liberdade ou reputação. nessa linha creio q uma mulher pode andar de saia-cinto, e top transparente e xingá-la de qq coisa seria uma demonstração de machismo estúpido e falta de civilidade. cada um se veste, ou não, como quer, e esta escolha não deixa a pessoa despida de direitos (livre-arbítrio, segurança, respeito, etc).

por outro lado (tinha q existir um), a super-sexualização da mulher-objeto me deixa possessa. pq pra vender cerveja precisa mostrar uma coleção de bundas e peitos femininos? pq a música chama a mulher de cadela, putona e outras pérolas mais? pq as crianças de 5 anos usam batom, salto alto e mini-saia de tigresa?

não tenho nada contra mulheres adultas venderem fotografias de sua própria nudez de livre e espontânea vontade para revistas tipo playboy. não acho q isso diminui a mulher, pois ela se insere nesse contexto de sexualidade pq quer, para seu próprio proveito financeiro, ou sei lá o quê. o objetivo da revista é esse mesmo. cada um vende sua imagem como quiser.

em outros contextos, como a publicidade e a música (se é q as canções q puxam cabelos e dizem q tapinhas não doem podem ser chamados de música), acho tudo isso bem gratuito. tem como vender CD e cerveja com campanhas inteligentes e não às custas da sexualidade feminina.

lá na playboy a fulaninha tá explorando a imagem da sua própria sexualidade. na música, cada tapinha q não dói é uma Maria da Penha (às avessas) achando q apanhar é normal, e cada imbecil achando q bater é normal, ou até legal. na publicidade cada bunda e cada peito é uma adolescente achando q seu valor está no quão sexy pode ser, em quantos quilos pode perder. e quantas menininhas de 5 anos semi-vestidas de tigresa aprendem desde cedo q seu valor está em ser bonita, sensual e available?

essa super sexualização, da mulher como um pedaço de bife pronto a ser abocanhado por qq um, é um passo atrás na evolução da sociedade. um tiro no pé. ninguém quer ter a filha apanhando de malandro, estuprada (até mesmo por algum conhecido, namorado, ou marido) mas não se importa de perpetuar a idéia de q a mulher é um objeto sexual.

q contradição. q burrice.

sexo é bom, ter valor apenas como um objeto sexual é uma prisão.


estupro coletivo by Dolce&Gabbana (way to go, fashion industry)

velho, mas ótimo: "se esse carro fosse uma mulher teria o bumbum beliscado", "se essa mulher fosse um carro lhe atropelaria"


pior q esse anúncio só essa cerv - cala-te boca!

tom ford fechando com chave de ouro, I rest my case.

fotos: campanhas publicitárias diversas, muitas do google imagens, muitas do sindrome de estocolmo (um blog muito muito bom, quero ser metade dele qd eu crescer).


(só pra deixar bem bem claro o meu conceito de sexo: consensual entre adultos em sã consciência, o resto é violência sexual)